"Estamos a falar de um incêndio que está muito próximo da povoação e, como o vento muda de direção com muita facilidade, teme-se que uma projeção possa agravar a situação ou até trazer o fogo para dentro da aldeia. Mas, por ora, não temos casas em risco", afirmou Vítor Pereira, que está acompanhar a evolução do combate às chamas no local.

O fogo deflagrou às 14:43 numa zona de povoamento florestal paralela à localidade e às 19:00 estava a ser combatido por 313 operacionais de várias corporações de bombeiros, auxiliados por 14 meios aéreos e 13 viaturas.

Segundo o autarca, as autoridades estão a apostar num "combate musculado" para tentar dominar o incêndio "o mais rapidamente possível".

Explicou ainda que, dada a proximidade com a povoação, foram colocados vários meios em locais estratégicos do perímetro que rodeia a aldeia, de modo a precaver os riscos inerentes a uma eventual projeção.

"De facto, o vento está a mudar constantemente de direção e também está a provocar muitas projeções, pelo que a preocupação é enorme, mas estamos todos empenhados em manter a segurança da população, que é sempre a nossa principal preocupação", disse.

O autarca do distrito de Castelo Branco frisou ainda que os operacionais enfrentam a dificuldade acrescida provocada pela difícil orografia do terreno e pelos declives acentuados da zona.

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