Após uma visita guiada à Casa Branca, o embaixador da Rússia nas Nações Unidas, Vassili Nebenzia, afirmou que estava dececionado por não ter conhecido a sala "secreta" dedicada à Rússia.

"Obrigado pelo passeio pela Casa Branca", declarou Nebenzia a Trump durante um almoço com membros do Conselho de Segurança da ONU. "Vimos a 'Sala da China', mas não vimos a sala da Rússia", disse o diplomata russo, num comentário que foi recebido entre risos pelos outros convidados. Acrescentou ainda que estava curioso para saber se a sala existia mesmo, mas que calculava que era uma informação "altamente confidencial".

A brincadeira de Nebenzia partiu de um comentário anterior do embaixador chinês na ONU, Zhang Jun, que agradeceu a hospitalidade de Trump dizendo: "Visitamos várias salas: a Sala Verde, a Sala Vermelha e também a Sala da China".

Trump e o grupo de diplomatas riram-se com o comentário pelo trocadilho: "china" em inglês significa louça ou porcelana e é pronunciado da mesma forma que "China", o nome do país. E a Casa Branca tem uma sala exclusiva para armazenar a coleção de porcelanas, conhecida como "china room".

Desde que chegou ao poder em 2016, a China e a Rússia estiveram de uma maneira ou outra na agenda de Trump. Atualmente, os Estados Unidos estão envolvidos em uma guerra comercial com Pequim, e as ligações com Moscovo têm estado sob escrutínio.

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