Durante o encontro, que os ‘laziale’ venceram por 4-1, adeptos da zona da Curva Nord do estádio dirigiram comentários como “Amarelo, vermelho e judeu” ou “A Roma parece África”, comentários dirigidos ao emblema rival da capital italiana, segundo relatam vários órgãos de comunicação italianos.

Outros cânticos foram dirigidos à polícia, depois de confrontos na terça-feira, durante a festa de aniversário do clube, terem levado a quatro detenções de adeptos, depois de oito agentes terem sido hospitalizados.

No final do encontro, em que a Lazio se apurou para os quartos de final, ao eliminar um clube da terceira divisão, o porta-voz do clube, Arturo Diaconale, criticou a “psicose” em torno do fenómeno e uma “condenação ao coletivo por episódios que são marginais”.

Citado pela comunicação social italiana, Diaconale considera que as críticas permitem “dar visibilidade a quem não a merece e criam ainda mais tensão”, sendo que a polícia italiana abriu, na quarta-feira, uma investigação a cartazes antissemitas que surgiram na Internet, alegadamente por um grupo de ‘ultras’ da Roma.

Na temporada passada, adeptos da Lazio utilizaram fotografias adulteradas de Anne Frank vestida com uma camisola da Roma, com o futebol italiano envolvido ainda em outro ‘escândalo recente’ relacionado com racismo.

Um adepto do Inter Milão morreu atropelado em 26 de dezembro de 2018, depois do jogo com o Nápoles, em que o senegalês Kalidou Koulibaly, defesa dos napolitanos, foi provocado com cânticos racistas durante a partida.

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