De acordo com os documentos enviados aos delegados, a que a Lusa teve hoje acesso, o resultado positivo previsto é semelhante ao registado na presente temporada.

Na reunião magna, marcada para o próximo dia 26, às 17:00, na Cidade do Futebol, em Oeiras, vai ser apresentado o orçamento, que contempla 83 milhões de euros (ME) de receitas e 81,5 de despesas.

A maior ‘fatia’ das despesas vai ser aplicada às seleções, num total de 24 ME, sendo 13,6 para a principal, quatro para as femininas e futsal e 2,7 para os escalões de formação, destacando-se ainda os gastos com provas nacionais e eventos, de 17 e 5,7 ME, respetivamente.

A principal fonte das receitas federativas decorre dos direitos de transmissão, publicidade e patrocínios, num total de 36 ME, estando ainda cabimentados 13,6 ME com a participação no Euro2020, adiado para 2021 devido à pandemia de covid-19.

Também no dia 26, vai realizar-se uma AG extraordinária para ratificar as alterações ao Regulamento Disciplinar da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP).

Em 28 de julho, a LPFP aprovou, entre outros casos, a punição de comportamentos discriminatórios de género e orientação sexual, equiparando-os à discriminação racial e o agravamento das multas aos clubes por atraso no reinício dos jogos.

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