Portugal dificilmente poderia imaginar um melhor início melhor de jogo no Aldo Cantoni, casa histórica do hóquei em patins na cidade de San Juan, na Argentina. Logo no primeiro minuto, Henrique Magalhães colocou a equipa das Quinas na frente.

Depois de 14 minutos a resistir a várias ofensivas das equipa da casa, em que Girão brilhou, o guarda-redes que há três anos, na final em Barcelona, foi a grande figura do título mundial, também diante da Argentina, ao não sofrer qualquer golo durante o encontro, prolongamento incluído, e ser batido apenas uma vez no desempate por penáltis, Portugal, num contra ataque, chegou ao segundo golo, novamente através de Henrique Magalhães.

No entanto, a dois minutos do fim do primeiro tempo, a seleção argentina fez explodir de alegria o Aldo Conti com um golo de Pablo Álvarez que reduziu o marcador para 2-1.

À boleia de 10 mil adeptos em festa, o segundo tempo arrancou com o golo do empate, com Carlos Nicolía a aproveitar um livre direto. A remontada estava apenas a sete minutos de distância, quando, novamente, Pablo Álvarez fez 0 3-2.

Já a poucos segundos do fim a Argentina, em contra ataque, quando Portugal tentava uma jogada 5x4, fez o 4-2 e decidiu o encontro.

Com esta conquista, a Argentina soma o sexto Campeonato do Mundo da modalidade que lhe fugia desde 2015, e vinga-se de Portugal pela final perdida em 2019 (1-2 nos penáltis, após 0-0, em Barcelona), já Portugal continua com 16 títulos, a um da recordista Espanha.

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