No Estádio Maracanã, no Rio de Janeiro, vazio devido à pandemia da covid-19, a formação comandada pelo técnico português ganhou com um tento do suplente Vitinho, que entrou aos 87 minutos e faturou sobre o final dos descontos, aos 90+5.

O Flamengo nem precisava desse golo para selar o seu 36.º título Carioca, pois o empate servia, depois do triunfo por 2-1 conseguido no domingo, no mesmo local – apesar de fora no ‘papel’ -, com golos de Pedro e Michael, contra um de Evanilson.

Os campeões brasileiros já tinham conquistado em 2020 a Supertaça sul-americana, a Supertaça brasileira e a Taça Guanabara, a primeira fase do campeonato Carioca.

O Flamengo esteve também na final da Taça Rio, que perdeu nos penáltis face ao Fluminense, sendo, assim, obrigado a disputar a final do campeonato Carioca em dois jogos com o rival. Se tivesse vencido, teria assegurado automaticamente o estadual.

No terceiro embate com o ‘Flu’ em nove dias, o encontro foi muito movimentado na primeira parte, com a equipa de Jorge Jesus a ter mais tempo a bola e a criar mais oportunidades.

Pedro, em duas ocasiões, e Leo Pereira desperdiçaram boas oportunidades para os campeões sul-americanos, mas os comandados de Oscar Hellmann também assustaram, nomeadamente em duas jogadas mal concluídas por Marcos Paulo.

Na segunda parte, o Flamengo foi mais ‘cerebral’, optando sobretudo por não deixar o Fluminense criar perigo e conseguiu ‘arrastar’ o ‘nulo’, que lhe servia, para sentenciar aos 90+5 minutos, com um tento de Vitinho.

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