“A direção do FC Paços de Ferreira acordou mutuamente com o treinador João Henriques o término do seu contrato de trabalho, que era válido até 30 de junho de 2019″, pode ler-se na nota publicada na página oficial do Paços na Internet.

A mesma informação não justifica as razões da antecipação do final do contrato com o técnico, embora a descida de divisão do Paços, após 13 anos consecutivos na principal liga portuguesa de futebol, tenha de ser encarada como um forte argumento.

João Henriques chegou ao Paços em plena reabertura do mercado, em janeiro, proveniente do Leixões, em substituição de Petit, que já tinha rendido Vasco Seabra, o técnico que iniciou a temporada.

As duas vitórias consecutivas (1-0 nas Aves e 2-1 na receção ao Feirense) devolveram momentaneamente a confiança a um grupo que revelava dificuldade em acertar o passo, sobretudo no processo defensivo.

O Paços melhorou e quebrou a seguir, evitando o ‘abismo’ na receção ao FC Porto, mas conseguiu chegar a Portimão, na última jornada, a depender de si.

Em Portimão, o Paços de Ferreira foi batido por 3-1 e também não escapou à despromoção, terminando o campeonato no 17.º e penúltimo lugar, para regressar ao segundo escalão depois de 13 temporadas seguidas na I Liga.

Vítor Oliveira, já apelidado de ‘rei das subidas’, tem sido um dos nomes apontados para assumir o comando técnico da equipa pacense, assumido o desejo dos seus responsáveis de tentar regressar à I Liga já na próxima temporada.

O avançado Bruno Moreira, que também tinha contrato com o Paços, acordou a sua rescisão e vinculou-se ao Rio Ave, prevendo-se que muitos mais jogadores possam seguir-lhe as pisadas e deixar o clube da Capital do Móvel.

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