“Cuspiu-me, senti e limpei para o meu filho, que estava ao meu lado, não ver. Já o meu pai dizia: ‘Uma cuspidela é pior que levar um murro’. Tive muita vergonha”, afirmou Carlos Pinho, na terça-feira, em declarações à rádio TSF.

O presidente do Arouca considera que as imagens “mostram bem” o gesto do seu homólogo do Sporting e garante não ter reagido por ser uma pessoa que consegue controlar-se.

Carlos Pinho entende que um homem como Bruno de Carvalho “não pode estar no mundo do futebol” e considera que o Sporting merece ter outra pessoa na liderança.

O líder do Arouca refere ainda que Bruno de Carvalho lhe fez “uma espera” junto aos balneários, no final do encontro disputado a 06 de novembro de 2016, que terminou com a vitória dos ‘leões’ por 3-0.

A Polícia de Segurança Pública confirmou posteriormente que foi chamada à zona técnica do estádio José Alvalade e identificou “alguns agentes desportivos” após o jogo.

Nas imagens entretanto divulgadas vê-se o presidente do Arouca a dirigir-se para a zona onde estava Bruno de Carvalho a gesticular.

Depois desse gesto, há um contacto físico entre os dois dirigentes, que são depois separados por elementos das duas equipas e por um segurança, que agarra Carlos Pinho, que se solta e parece empurrar um Assistente de Recinto Desportivo (ARD).

Poucos dias depois, a direção do Arouca anunciou ter avançado com uma queixa-crime contra o presidente do Sporting, por ofensa à honra de líder arouquense.

Do lado do Sporting, Bruno de Carvalho negou ter cuspido no homólogo do Arouca e acusou os dirigentes arouquenses de terem "encenado" os incidentes ocorridos no estádio de Alvalade.

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