“A resposta dos sócios exige unidade, união, congregação de esforços entre todos. Que isto seja uma lição para quem ganhar, mas também para quem perder. Saudamos todos os que defenderam as suas ideias na campanha, mas, agora que há um vencedor, as bandeiras de fação devem ser abatidas para que quem ganhe possa enfrentar os problemas. O presidente hoje eleito é o presidente de todos os sportinguistas”, frisou.

Em declarações à Sporting TV, após o fecho das urnas, o responsável pelos destinos do clube nos últimos três meses enalteceu também a afluência dos sócios ao ato eleitoral, depois da grave crise que se instalou nos ‘leões’ e que acabou por conduzir à destituição do anterior presidente do Conselho Diretivo, Bruno de Carvalho, na Assembleia Geral de 23 de junho.

“Foi uma resposta brutal do Sporting. A crise que vivemos foi muito sombria e a participação dos sócios na AG de 23 de junho e hoje são uma resposta da instituição Sporting a esta crise. Demonstra a vitalidade, o sonho de todos os sportinguistas de fecharem rapidamente esta página e voltarem àquela de honra, respeito, esforço, dedicação, devoção e glória”, concluiu.

João Benedito (lista A), José Maria Ricciardi (B), Frederico Varandas (D), Rui Jorge Rego (E), José Dias Ferreira (F) e Fernando Tavares Pereira (G) são os seis pretendentes que se mantiveram até ao fim na corrida, após a desistência de Pedro Madeira Rodrigues (C), derrotado por Bruno de Carvalho em 2017, que se tornou apoiante de Ricciardi.

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