Numa primeira instância, o Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol suspendeu o avançado brasileiro por nove meses devido a uma agressão a um árbitro assistente num jogo particular, em julho de 2016, era então Dyego Sousa ainda jogador do Marítimo.

Após recurso para o Tribunal Arbitral do Desporto (TAD), a pena caiu para seis meses, mas o CD recorreu para o Tribunal Central Administrativo do Sul, que repôs a decisão inicial de nove meses.

O Sporting de Braga recorreu desta decisão, que teve efeitos suspensivos da anterior, e, após recurso final para o STA, este tribunal estabeleceu a pena de suspensão em seis meses (já cumprida).

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