Apesar da 181.ª posição que ocupa no 'ranking', devido à paragem competitiva que efetuou devido a ter sido mãe, Williams manteve o seu domínio no All England Club e pode, no sábado, voltar a conquistar a terceira prova do 'Grand Slam', algo que fez em 2002, 2003, 2009, 2010, 2012, 2015 e 2016.

Nas meias-finais, a antiga número um mundial não deu hipótese a Julia Goerges, 13.ª da hierarquia, e ‘despachou’ a tenista alemã em dois 'sets', com os parciais de 6-2 e 6-4.

William parte como favorita para a final, em que Angelique Kerber, atualmente no 10.º lugar do 'ranking' WTA, vai tentar ‘vingar’ a derrota de 2016 e ‘imitar’ o triunfo que alcançou sobre a norte-americana nesse mesmo ano, mas no Open da Austrália.

A tenista germânica, que em 2016 também conquistou o US Open, vai disputar a quarta final de um 'Grand Slam', depois de ter batido a letã Jelena Ostapenko, 12.ª mundial, com um duplo 6-3, num duelo que durou uma hora e nove minutos.

Kerber acabou com o sonho de Ostapenko, que se tornou na primeira tenista da Letónia a chegar às meias-finais do mítico torneio de Wimbledon.

Na sexta-feira, é a vez das meias-finais da prova masculina, com destaque para o embate entre o espanhol Rafael Nadal e o sérvio Novak Djokovic. O sul-africano Kevin Anderson, ‘carrasco’ de Roger Federer, e o norte-americano John Isner vão também lutar por um lugar na final.

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