“Todas as infraestruturas associadas — sendo que, até à data, o Parque Tejo é o local confirmado para os eventos centrais (vigília e missa final) — devem ter em mente a dimensão do encontro. Percebemos bem a dificuldade de visualizar e apreender a dimensão da JMJ [Jornada Mundial da Juventude] e a escala necessária para o encontro de cerca de um milhão de peregrinos com o Papa — para a qual não existem infraestruturas preparadas em Lisboa”, lê-se numa resposta da fundação enviada à Lusa.

A Câmara Municipal de Lisboa (CML) adjudicou por ajuste direto a construção do palco-altar da JMJ por 4,24 milhões de euros, o que motivou queixas de “falta de transparência” por parte da oposição ao executivo de Carlos Moedas e um pedido do Chega para que o presidente da CML vá ao parlamento explicar os custos do evento que traz o papa Francisco a Portugal em agosto.

Segundo a informação disponibilizada no Portal Base da Contratação pública, a construção do palco-altar “foi adjudicada por 4,24 milhões de euros (mais IVA)”, somando-se ainda a esse valor “1,06 milhões de euros para as fundações indiretas da cobertura”.

“A Fundação JMJ compromete-se a divulgar, ao longo do projeto, os custos e os investimentos deste acontecimento inédito para o nosso país que são da sua responsabilidade”, acrescenta ainda a fundação na nota.

Na quarta-feira, Carlos Moedas disse que sabia que a construção do altar-palco para a JMJ ia ficar muito cara, indicando que será realizada com as especificações da Igreja.

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