“Esta redução no ‘stock’ ficou a dever-se, essencialmente, ao reembolso antecipado do empréstimo FMI” no montante equivalente a 1,763 mil milhões de euros, refere.

Adicionalmente, acrescenta o IGCP, verificou-se uma redução do saldo de Bilhetes de Tesouro (BT), uma vez que os dois leilões realizados (nos montantes de 501 milhões de euros na linha a seis meses e com vencimento a 19 de janeiro de 2018 e de 1,276 mil milhões na linha a 12 meses com vencimento a 20 de julho de 2018) não compensaram a amortização da linha com vencimento a 21 de julho de 2017, no valor de 3,501 mil milhões de euros.

Por outro lado, acrescenta, registou-se um aumento do saldo de Obrigações do Tesouro (OT), explicado pela realização de dois leilões de OT 4,125% com vencimento em abril de 2027 (no valor nominal de 772 milhões de euros) e da OT 4,1% com vencimento em fevereiro de 2045 (no valor nominal de 359 milhões de euros).

O IGCP destaca também o aumento de outros instrumentos não transacionáveis em euros em resultado do empréstimo, no montante de 2,300 mil milhões de euros, concedido pelo Banco Santander Totta, (com maturidade a 15 anos e uma taxa de juro de 3,187%).

As contrapartidas das contas margem recebidas no âmbito de derivados financeiros registaram uma redução de 379 milhões de euros.

As flutuações cambiais contribuíram para uma diminuição do stock da dívida de 278 milhões de euros.

A dívida após coberturas cambiais situou-se em 243,229 mil milhões, refletindo os efeitos favoráveis das coberturas cambiais (no valor de 980 milhões de euros).

Face a junho, a dívida após coberturas cambiais diminuiu 0,1%, indica o IGCP.

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