Christine Ourmières-Widener falava na sede da TAP, em Lisboa, onde chamou os jornalistas para uma sessão de esclarecimentos, numa altura em que decorrem negociações com as estruturas sindicais.

No domingo, a TAP anunciou que vai reduzir em 10% o corte que os pilotos sofreram nos vencimentos, para 35%, e aumentar o patamar a partir do qual aplicará reduções nos salários dos restantes trabalhadores, de 1.330 euros para 1.410 euros, no âmbito do processo de reestruturação negociado com Bruxelas.

“A aplicação desta garantia mínima significa que os cortes efetivos não são de 25%, mas variam em média entre 12 e 15%”, referia e empresa na carta.

Numa comunicação aos trabalhadores a que a Lusa teve acesso, a TAP garante que vai ajustar o valor da garantia mínima sem corte em junho e indica que a atualização é retroativa a janeiro de 2022, garantindo o valor de dois salários mínimos nacionais sem redução.

“Estas alterações e atualização retroativa vão ser ambas realizadas com o salário de junho de 2022”, pode ler-se na nota.

A TAP acrescenta que “relativamente aos pilotos, a redução de 10% no corte adicional está prevista a partir de 01 de junho 2022 e será implementada no salário deste mês”.

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