O processo reinicia-se. Pensa-se nos países que estão no topo da lista de desejos. Vai-se vendo orçamentos e as melhores alturas do ano para ir a cada país, vai-se pensando se queremos ir sozinhos ou acompanhados, se é altura ideal para conhecer determinados países, e aos poucos vão-se eliminando hipóteses por uma ou outra razão. Por exemplo: Indonésia. Gostava de conhecer, mas a situação lá está difícil porque estão a lidar com uma praga gravíssima, uma infestação de Instagramers.

E há uns meses marquei viagem para o Irão. Local pouco turístico, cheio de História, de edifícios lindíssimos e comida – aparentemente – ótima. Junta-se a isto tudo uma perceção internacional muito pejorativa sobre si que me parece (até pelo que diz quem já foi) ser muito injusta.

A data vai-se aproximando e a ansiedade cresce. Trata-se de vistos, corre-se todos os sites e blogues de viagens, compra-se o Lonely Planet, fala-se com quem por lá já viajou. A data chega e abre o check-in. Faz-se a mala, telefona-se à família e promete-se notícias assim que cheguemos. Passaporte, sim. Cuecas suficientes, sim. Máquina fotográfica, sim. Livros, sim. Expectativas, imensas.

Está tudo pronto. Amanhã de manhã arranco só com a minha mochila para o Irão durante três semanas. Prometo ir dando notícias.

Sugestões mais ou menos culturais que, no caso de não valerem a pena, vos permitem vir insultar-me e cobrar-me uma jola:

- Roda Bota ForaUm dos melhores espetáculos de comédia da atualidade está a chegar ao Porto. Façam-se à vida.

LutherJá tem uns anos mas só resolvi começar a ver agora. Excelente.

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