O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, assegurou hoje a prorrogação das bolsas de investigação que tenham sido prejudicadas pela pandemia de covid-19, depois de protesto de bolseiros e investigadores em frente ao Ministério, em Lisboa.
O Conselho de Ministros decide esta quinta-feira se Portugal avança para a terceira fase do desconfinamento na próxima segunda-feira, dia 19, em todo o país ou se alguns concelhos do país ficam na segunda fase. No entanto, mesmo nestas regiões, o ensino secundário deverá retomar aulas presenciais.
As matrículas para o próximo ano letivo dos alunos do ensino obrigatório poderão ser renovadas automaticamente nos anos de continuidade de ciclo, se não houver alterações substantivas, de acordo com um despacho hoje publicado.
Um surto de covid-19 em duas escolas básicas do concelho de Faro obrigou hoje ao encerramento dos estabelecimentos, que têm no total 300 alunos, disse à Lusa o presidente da associação de pais de uma das escolas.
Cerca de 7.000 alunos do ensino secundário da Madeira regressam hoje às escolas depois de terem estado com aulas à distância desde 11 de janeiro, na segunda-feira é a vez de 8.700 estudantes do terceiro ciclo.
As faixas etárias dos 0-5 anos e dos 6-12 anos são as únicas em que foi verificado um aumento da incidência de infeções pelo novo coronavírus. A situação não é preocupante, mas exige uma atuação rápida para travar cadeias de transmissão.
Equipa de investigadores da Universidade Nova de Lisboa defende a criação de um programa de tutorias e estabelecimento de escolas de verão como as melhores soluções para Portugal recuperar aprendizagens perdidas com a pandemia da Covid-19. Governo ainda não apresentou plano. Investimento pode variar
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) defendeu hoje uma avaliação qualitativa no segundo período de aulas para que os professores percebam o que cada aluno aprendeu no ensino à distância e possam preparar o resto do ano letivo.
O presidente do CDS-PP considerou hoje que o êxito do desconfinamento vai depender de maior testagem às infeções pelo novo coronavírus e do reforço dos rastreadores e alertou que o país poderá voltar a confinar.
À porta da Escola Básica Joaquim Nicolau de Almeida, em Vila Nova de Gaia, deixa-se ficar a ansiedade associada ao ensino à distância e lá dentro prepara-se uma retoma das aprendizagens que será sem pressas.
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) defendeu hoje que os testes à covid-19 nas escolas ainda encerradas devem ser realizados antes do regresso ao ensino presencial e não como aconteceu nas creches e 1.º ciclo.
Pais e encarregados de educação divergem quanto à utilização de máscara pelos alunos do 1.º ciclo que regressam na segunda-feira às aulas presenciais. No final da semana passada, o Ministério da Educação deu indicações para que as escolas comprassem um kit com três máscaras comunitárias para entrega
O Agrupamento de Escolas Abel Salazar, em Matosinhos, integrou no horário curricular de 500 alunos um programa de educação socioemocional para que estes ganhem “consciência social, de si e do outro”, disse hoje à Lusa a responsável pelo projeto.
O presidente do Governo da Madeira declarou hoje que deverão manter-se até à Páscoa as aulas não-presenciais para os alunos do 3.º ciclo e do secundário, devido à pandemia de covid-19, perspetivando “um período crítico” na semana do Carnaval.
Uma aluna de 12 anos de Serapicos, em Vimioso, desloca-se mais de um quilómetro várias vezes ao dia para assistir às aulas 'online' dentro da carrinha que o pai estaciona num ponto alto da aldeia para apanhar rede.
Com a sala de estar transformada em sala de aula, a professora Rita Pinheiro esforça-se para superar os constrangimentos e dificuldades de uma realidade que, devido à pandemia, “não é de todo a ideal” para o processo de aprendizagem.
Começaram hoje as aulas à distância para cerca de milhão e meio de alunos e em declarações aos jornalistas, a partir de uma escola em São Brás de Alportel, no Algarve, o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, destacou o esforço dos intervenientes e a importância de regressar ao ensino presen
Os alunos do 1.º ao 12.º ano retomam hoje as atividades letivas, mas longe das escolas, regressando das férias antecipadas para o já conhecido ensino a distância que marcou o final do ano letivo passado.
Os encarregados de educação, ansiosos e expectantes com o regresso dos filhos ao ensino a distância, esperam que este regime dure o menor tempo possível e que os alunos possam voltar à escola rapidamente.
Os professores com filhos menores queixam-se de falta de apoio para conseguirem dar aulas ‘online’ a partir de casa, alertou hoje um sindicato de educação, estimando que a situação vá afetar milhares de alunos.
A interrupção das aulas presenciais é tanto mais problemática quanto mais nova for a criança, disse a ex-ministra da Educação Isabel Alçada, em entrevista à agência Lusa.
Sem respostas atempadas do governo, autarquias e famílias correram às compras em vésperas do regresso do ensino à distância. Há lojas que já não têm computadores para entrega imediata. Os mais baratos estão esgotados e os preços sobem.
A despesa que o Governo aprovou hoje para a aquisição de computadores para as escolas, de forma a facilitar o ensino a distância, vai permitir comprar mais 15 mil equipamentos, revelou o Ministério da Educação.
Segundo os dados avançados pelo ministério da Educação ao jornal ‘Público’, neste ano letivo há 723 alunos no regime de ensino doméstico, o que representa um aumento de 38% face ao ano letivo passado. Aqui, são os pais ou familiares os tutores das crianças.