O chefe do Estado-Maior do Exército israelita, Herzi Halevi, prometeu hoje "encontrar" o novo líder do grupo islamita Hamas, Yahya Sinuar, e eliminá-lo, num comunicado divulgado um dia após a nomeação deste para encabeçar o movimento palestiniano.
Yahya Sinwar, designado nesta terça-feira como o novo líder político do Hamas, é um ativista radical e pragmático que passou muitos anos na prisão, conseguiu escapar de múltiplas tentativas de assassinato e é considerado o cérebro dos ataques de 7 de outubro contra Israel.
O ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, Israel Katz, afirmou hoje que o novo líder do Hamas deve ser "eliminado rapidamente", no dia em que Yahya Sinwar foi nomeado novo líder político do movimento islamista após o assassinato de Ismail Haniyeh, na passada semana, em Teerão.
As Nações Unidas (ONU) afirmaram hoje que nove funcionários da sua Agência para os Refugiados Palestinos (UNRWA) "podem estar envolvidos" no ataque de 7 de outubro no sul de Israel perpetrado pelo Hamas, que desencadeou a guerra em Gaza. Estes funcionários foram demitidos.
O Irão afirmou hoje que tem o "direito legal" de punir Israel pelo assassinato do líder do Hamas, Ismail Haniyeh, em Teerão, que atribui a Telavive, e defendeu que a República Islâmica não é responsável pela escalada na região.
O Ministério da Saúde do Governo da Faixa de Gaza elevou hoje para 39.550 o número de mortos em território palestiniano desde o início da guerra com Israel, que se aproxima do décimo mês.
As forças israelitas garantiram hoje que o ataque que matou um líder militar do Hezbollah em Beirute foi o único executado por Israel na terça-feira, dia em que um líder do Hamas foi morto em Teerão.
A agência da ONU para os direitos humanos divulgou hoje um relatório onde refere que os palestinianos detidos pelas autoridades israelitas desde 07 de outubro enfrentam diversas formas de tortura, incluindo choques elétricos e simulação de afogamento.
O primeiro-ministro do Qatar, Mohammed ben Abdelrahmane Al-Thani, questionou hoje se a mediação entre Israel e o Hamas deve continuar após o assassinato do líder do movimento palestiniano, Ismail Haniyeh, morto em Teerão num ataque atribuído a Israel.
Israel reivindicou hoje a morte, no ataque que realizou em Beirute, de Fouad Chokr, o "líder militar de mais alta patente" do Hezbollah e conselheiro próximo do líder do grupo xiita libanês, Hasan Nasrallah.
O primeiro-ministro libanês classificou hoje o ataque de Israel a sul de Beirute, que teve como alvo um comandante do Hezbollah, como uma "agressão flagrante", reclamando o "direito de tomar medidas" contra a "hostilidade israelita".
O líder da direção política do Hamas, Ismail Haniyeh, pediu a celebração para o próximo sábado de um dia global de protestos contra a guerra e Gaza e a situação dos detidos palestinianos nas prisões israelitas.
O Egito vai insistir na reunião que Israel e os mediadores do conflito em Gaza realizam hoje, em Roma, que o exército israelita deve se retirar do lado palestiniano da passagem de Rafah, informaram à EFE fontes egípcias.
A ministra dos Negócios Estrangeiros alemã, Annalena Baerbock, condenou hoje o ataque que fez 12 vítimas no sábado nos Montes de Golã e pediu para as partes envolvidas no conflito agirem com calma.
Ataques aéreos israelitas atingiram hoje uma escola e um hospital no centro de Gaza, enquanto os negociadores do país se preparavam para se encontrar com mediadores internacionais para discutir uma proposta de cessar-fogo.
Israel emitiu hoje nova ordem de retirada para os residentes de Khan Yunis, expandindo a operação dentro e à volta dessa cidade no sul de Gaza, onde dezenas de milhares de palestinianos estão a ser deslocados há dias.
O chefe da diplomacia europeia criticou hoje o apoio que a China dá à Rússia na guerra na Ucrânia, e apelou a que influencia chinesa seja no sentido de levar o país liderado por Putin "à mesa das negociações".
O candidato republicano às presidenciais norte-americanas, Donald Trump, disse num encontro com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, que se não vencer as eleições de novembro, o futuro do Médio Oriente pode ser desastroso.
Delegações egípcias, norte-americanas, cataris e israelitas são esperadas em Roma no domingo, para negociações sobre uma trégua na guerra em Gaza, noticiou hoje a Al-Qahera News, um meio de comunicação social próximo dos serviços secretos egípcios.
O Exército israelita prosseguiu hoje os bombardeamentos na Faixa de Gaza, centrados nas cidades de Khan Younis e Rafah, sul do enclave, e quando permanecem num impasse as perspetivas de um eventual cessar-fogo, indica a agência noticiosa Efe.
Manifestantes contra a guerra na Faixa de Gaza recordaram hoje os mortos no território palestiniano deitando-se no chão junto da Casa Branca em Washington, enquanto o Presidente norte-americano, Joe Biden, recebia o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, expressou hoje, antes de se reunir na Casa Branca com o Presidente norte-americano, Joe Biden, satisfação pela oportunidade de trabalharem juntos nos próximos meses até ao fim do mandato do político democrata.