O Banco Central Europeu (BCE) deve manter na quinta-feira as taxas de juro nos níveis atuais, enquanto a rápida descida da inflação alimenta especulações sobre o momento em que começa o alívio da pressão.
O aumento da inflação, no segundo semestre deste ano, afetou a vida dos angolanos, sobretudo daqueles que para se "remediarem" têm no mercado informal a forma de garantir o seu sustento, mas os vendedores queixam-se do negócio.
Os preços em Espanha subiram 3,2% em novembro, menos três décimas do que em outubro, segundo uma estimativa da inflação deste mês divulgada hoje pelo Instituto de Estatística espanhol (INE).
A presidente do Banco Central Europeu (BCE) defendeu hoje que a zona euro ainda não pode "declarar vitória" relativamente à inflação, apesar de decréscimos, salientando a "incerteza considerável" sobre as projeções e pedindo acordo sobre novas regras orçamentais.
O governador do Banco de Portugal disse hoje que a luta contra a inflação ainda vai fazer mais danos nas pessoas, antes de os juros baixarem, e sobre a crise política considerou que “instabilidade não rima com crescimento".
A Comissão Europeia estima que a inflação já tenha atingido o pico na zona euro e na União Europeia (UE), após mínimos de dois anos em outubro, devendo fixar-se em, respetivamente, 5,6% e 6,5%, e continuar a descer.
A taxa inflação homóloga na OCDE, medida pelo Índice de Preços no Consumidor (IPC), diminuiu para 6,2% em setembro, contra 6,4% em agosto, depois de ter aumentado em julho e agosto, foi hoje anunciado.
Os cinco maiores fabricantes de automóveis da Europa aumentaram os preços dos modelos mais baratos numa média de 41% desde 2019, "quase o dobro" da taxa de inflação acumulada durante este período, indica um estudo hoje divulgado.
A taxa de inflação homóloga da zona euro abrandou, em setembro, para os 4,3% e a da União Europeia para os 4,9%, face a 5,2% e 5,9% em agosto, divulgou hoje o Eurostat.
A taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi de 3,6% em setembro, taxa inferior em 0,1 pontos percentuais à de agosto, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
As medidas para mitigar o efeito da crise energética e inflacionista custaram ao Estado 1.878,1 milhões de euros até agosto, de acordo com a Síntese da Execução Orçamental, divulgada hoje pela Direção-Geral do Orçamento (DGO).
A taxa de inflação anual na zona euro abrandou em agosto para 5,2%, face a 5,3% em julho, e a da União Europeia (UE) para os 5,9% (6,1% em julho), divulga hoje o Eurostat.
O governador do Banco de Portugal, Mário Centeno, defendeu que a manutenção das taxas de juro nos níveis atuais será "determinante" para baixar a inflação, que considerou "mais injusta socialmente" do que as medidas para a combater.
O BCE reviu hoje em alta a taxa de inflação na zona euro para 5,6% este ano e 3,2% em 2024 e cortou as perspetivas de crescimento económico para 0,7% este ano e 1% em 2024, foi hoje divulgado.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, admitiu hoje que a elevada inflação na União Europeia (UE) é um "grande desafio económico", que "levará algum tempo" a resolver, e anunciou um relatório sobre a competitividade europeia.
A redução do preço do cabaz de alimentos, abrangido pela medida de isenção de IVA, atingiu 10,14% até 4 de setembro, anunciou hoje o Ministério da Economia.
A taxa de inflação anual na zona euro manteve-se em agosto estável face a julho, nos 5,3%, mas abaixo dos 9,1% homólogos, segundo uma estimativa rápida hoje publicada pelo Eurostat.
A taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) aumentou para 3,7% em agosto, mais 0,6 pontos percentuais do que em julho, segundo a estimativa rápida avançada hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
A taxa de inflação anual na zona euro recuou para 5,3% em julho, após 8,9% no mesmo mês de 2022 e 5,5% em junho de 2023, tendo Portugal a oitava percentagem mais baixa, divulgou hoje o Eurostat.
A taxa de inflação homóloga recuou para 3,1% em julho, ficando 0,3 pontos percentuais abaixo do registado em junho, confirmou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
A taxa de inflação homóloga na OCDE voltou a diminuir em junho, situando-se em 5,7% face a 6,5% em maio, com todos os países, exceto a Alemanha e o Japão, a registarem uma queda.