O aumento salarial intercalar de 1% e a subida do subsídio de refeição para seis euros na função pública, que serão pagos em maio com retroativos a janeiro, foram publicados em Diário da República.
O primeiro-ministro salientou hoje que o IVA zero aplicado a bens alimentares essenciais é temporário, na ordem dos seis meses, e que os “incentivos” serão gradualmente retirados à medida que se registar uma desaceleração da inflação.
Os reitores exigem ao Governo que cumpra o acordo feito com as universidades, reforçando verbas em 5% para fazer face a novas despesas, como é o caso dos anunciados aumentos salariais.
O Conselho de Ministros vai reunir-se hoje para rever o elenco de medidas de apoio às famílias na sequência da melhoria dos indicadores da economia portuguesa em 2023, disse hoje o ministro das Finanças.
Os deputados do Chega iniciam hoje as suas terceiras jornadas parlamentares, que vão decorrer até terça-feira, em Évora, centradas nos temas da habitação e inflação.
A variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) abrandou para 7,4% em março, taxa inferior em 0,8 pontos percentuais à observada no mês anterior e baixando pelo quinto mês consecutivo, informou hoje o INE.
O ministro das Finanças, Fernando Medina, disse hoje esperar uma diminuição significativa de inflação já a partir de abril, acreditando mesmo numa diminuição de preços em alguns bens.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) melhorou hoje a previsão de crescimento do PIB português este ano para 1%, mas está mais pessimista sobre a taxa de inflação, que prevê atingir 5,7%.
Centenas de marroquinos protestaram, no sábado, em várias cidades do país, contra o aumento dos preços dos bens essenciais e para denunciar a gestão do atual governo.
A isenção do pagamento do IVA em certos produtos “não deve ajudar muito” a diminuir a inflação em Portugal, segundo o Fórum para a Competitividade, que prevê hoje um fenómeno de substituição que poderá contrariar o efeito fiscal.
O Chega vai chamar ao parlamento o ministro das Finanças, Fernando Medina, ao abrigo do direito potestativo, para explicar com "extrema urgência" mais detalhes das medidas de combate à inflação, anunciou hoje o presidente do partido.
Embora aprove as medidas hoje anunciadas pelo Governo, a Cáritas Portuguesa enfatiza que apenas "vão diminuir a situação de emergência social", não a pobreza no país. Também a presidente do Banco Alimentar Contra a Fome defende que, embora sejam "balões de oxigénio" para as pessoas mais vulneráveis,
O Banco de Portugal (BdP), que divulgou hoje o boletim económico de março, melhorou a previsão de crescimento da economia portuguesa deste ano para 1,8% e reviu hoje em baixa a taxa de inflação este ano para 5,5%, acima dos 4% previstos pelo Governo, alertando para a aceleração do preço dos bens ali
A taxa de inflação vai cair para 5,9% em 2023 e para 3,1% em 2024, prevê o Conselho das Finanças Públicas (CFP), mas alerta para riscos como a guerra na Ucrânia.
O economista Francisco Louçã criticou hoje as medidas do BCE, considerando que são ineficazes e "tão disparatadas como um cão a correr atrás da sua cauda" e defendeu que "estava escrito nas estrelas" a crise no Credit Suisse.
Os docentes e investigadores das Instituições de Ensino Superior exigem uma atualização salarial na ordem dos 10%, anunciou hoje a Fenprof, sublinhando que fica aquém das perdas salariais da última década que rondam os 15% a 20%.
O presidente da cadeia espanhola de supermercados Mercadona, Juan Roig, afirmou-se hoje contra a fixação de preços máximos para determinados produtos para limitar os efeitos da inflação, garantindo tratar-se de “uma ilusão”.
O PSD defendeu hoje ser prematuro fixar limites às margens de lucro no mercado, exortando o Estado a devolver a receita fiscal acrescida e a fiscalizar se há situações de aumentos de preços "imorais e indignas".
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) afirmou hoje que as recentes fiscalizações da ASAE a hipermercados confirmam que "não são os agricultores a tirar proveitos" da escalada da inflação, reclamando "regulamentação eficaz" para um mercado que "não se autorregula".
O preço homólogo dos ovos na União Europeia (UE) aumentou mais de 30% em janeiro, com Portugal a registar uma subida acima da média dos 27 (46,2%), segundo o Eurostat.
A variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) diminuiu, pela quarta vez consecutiva, para 8,2% em fevereiro, taxa inferior em 0,2 pontos percentuais à do mês anterior, informou hoje o INE.
A inflação homóloga na Alemanha foi de 8,7% em fevereiro, o mesmo que em janeiro, permanecendo num nível elevado, principalmente devido ao aumento dos preços dos alimentos, informou hoje a agência federal de estatística alemã (Destatis).