Este novo sistema de laser, instalado a bordo de uma pequena aeronave civil e testado “na semana passada”, pode atingir qualquer objeto voador, incluindo “‘drones’, projéteis, foguetes, mísseis balísticos”, segundo disse Yaniv Rotem, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento no Ministério de Defesa israelita.

O laser aéreo conseguiu abater vários drones, a uma altitude de 900 metros e num raio de um quilómetro, mas uma vez aperfeiçoado, poderá intercetar alvos num raio de 20 quilómetros, afirmou Rotem numa videoconferência.

Esta tecnologia, desenvolvida pelo Ministério da Defesa e pela empresa israelita Elbit Systems, utiliza técnicas militares de deteção aérea e, de seguida, dispara um feixe de laser de 100 quilowatts na direção do alvo, prosseguiu Rotem.

Um protótipo operacional pode ser desenvolvido dentro de “três a quatro anos”, adiantou.

No entanto, essa informação não pôde ser verificada no imediato pela agência francesa France-Presse.

O ministro da Defesa israelita, Benny Gantz, saudou hoje o “avanço tecnológico”.

“O sistema de laser [permite] enfrentar uma diversidade de ameaças, protegendo o Estado de Israel ao mesmo tempo que economiza os custos de interceção”, declarou, em comunicado.

Durante o último confronto com o Hamas em maio, o governo israelita indicou que o seu sistema de defesa aéreo “Cúpula de Ferro” intercetou 90% dos 4.300 foguetes disparados a partir do enclave palestiniano de Gaza pelo movimento islâmico.

Cada míssil da “Cúpula de Ferro”, disparado para intercetar os foguetes de Gaza, custa dezenas de milhares de euros.

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