"Em suma, ao contrário de muitos outros atores de filmes e televisão, o Sr. Norris serviu na Coreia, foi 6 vezes campeão mundial de Karaté, [é] autor de vários livros dos mais vendidos do New York Times, um intérprete de cinema e televisão, tudo [isto] enquanto se manteve [emocionalmente] estável e comprometido com a saúde, exercício, família e país, com a sua mente focada no seu crescimento pessoal e em ajudar os outros a atingir os seus objetivos. E no início dos anos 1990, haviam relativamente poucas estrelas com genuína aptidão [ao nível] das artes marciais que tivessem um historial de 30 anos ao serviço do seu país e dos outros, que levaram à criação de Walker, um série de televisão que dependesse quase exclusivamente na abordagem atlética, moral e espiritual à vida que Chuck Norris adoptou".

É assim que o advogado do ator, que neste 10 de março faz 80 anos, apresenta o seu cliente numa queixa entregue num tribunal em Los Angeles, na Califórnia, no início de 2018, contra a cadeia de televisão CBS. Norris alega que foi lesado nos lucros da série "Walker, o Ranger do Texas" e quer 30 milhões de dólares como compensação. Isto, porque "devido à imagem e fama à data que o programa foi lançado, em 1993, a CBS concordou em dar-lhe 23% dos lucros", segundo a queixa. E o seu advogado, "sem rodeios", afirma que o público adora Chuck Norris e os seus valores.

Hoje é imensamente popular na Internet, mas as gerações mais novas que se desenganem: o mito já o era antes mesmo de se celebrarem os seus factos (mais sobre este tópico nas próximas linhas) e de o próprio Google aderir ao fenómeno. Porque é uma realidade que "Walker, o Ranger do Texas" foi uma das séries mais populares dos anos 90 como a queixa faz crer. Mas antes disso já tinha metido em sentido (e dado ao respeito) uma data de gente perigosa: desde polícias corruptos, passando por assassinos a mafiosos, de mercenários a vietcongues em cenários de guerra. Seja qual for o perigo, fosse qual fosse o inimigo. A existir um, Chuck Norris já o defrontou e já remeteu o dissidente no seu devido lugar.

Nota do Autor: A leitura do texto que se segue ganha toda uma outra dimensão se carregar no botão Play no vídeo acima.

Antes do Chuck, era o Carlos 

A lenda não nasceu Chuck, mas sim Carlos Ray Norris numa pequena cidade do Oklahoma. No seu livro "Against All Odds: My Story", o ator relata que herdou o nome de um pastor da Igreja que o pai frequentava. E que, além de pequeno e franzido, não tinha espírito académico e não tinha grande fulgor atlético. A adolescência também não foi fácil. Aos 16 anos, juntamente com a mãe e os dois irmãos mais novos, fez as malas e mudou-se para a Califórnia após o divórcio dos pais. E Norris foi obrigado a ser o homem da casa até que, aos 18, casou com a namorada de Liceu e alistou-se na Força Aérea norte-americana no mesmo ano. Decisão que ia mudar por completo o rumo da sua vida. 

Isto porque, tal como aponta um artigo no El País, Norris não é apenas um patriota das redes sociais ou quando faz anúncios a apoiar candidatos presidenciais republicanos durante as eleições nos Estados Unidos; é que Norris defendeu, em 1958, a bandeira quando esteve estacionado na base área de Osan, na Coreia do Sul, a cumprir serviço militar.

Foi durante a sua estadia (até 1962) que se começou a interessar por artes marciais e aprendeu Tang Soo Doo (uma arte marcial coreana inspirada no Karaté e Kung Fu). Estudada a arte marcial, torno-se ele próprio instrutor. Mas, além desse grau, ganhou outro mais importante: o de Chuck. A história está relatada no site oficial e até contém uma foto dum Carlos, novinho, sem barba.

"Durante a recruta, na base aérea de Lackland, em Santo António, no Texas, um dos rapazes da caserna militar, que era hispânico, perguntou-me se eu sabia o que é que queria Carlos queria dizer em inglês. Eu disse: Sim, é Charles. E depois ele disse: A alcunha para Charles é Chuck. É o que te vou passar a chamar", explica o ator. O resto, como diz o outro, é história. 

Ou seja, chegou à Coreia ainda Carlos, mas quando regressou a Los Angeles para abrir a sua primeira escola de Karaté, fê-lo já enquanto Chuck. Só que como qualquer fã de filmes de ação da década de 80 bem sabe, Chuck é ele próprio uma arma letal disfarçada de arte marcial. E, além do Tang Soo Doo, adquiriu conhecimentos de várias — testemunhados por cinturões de (variados graus) negros em disciplinas como o Karaté, Judo, Taekwondo ou Jiu-Jitsu brasileiro — para posteriormente criar a mais letal delas todas: o Chun Kuk Do, uma mistura marcial do poço de conhecimento adquirido pelo homem himself. 

Só que Chuck, recorda o El País, parecia ter mais jeito para as artes marciais do que para a arte do negócio. É que ele não se limitou a abrir apenas uma escola, abriu dezenas; e a rede estava à beira da falência. Até que um aluno, meio famoso e charmoso por aquelas bandas, um tal de Steve McQueen (ou pai, depende da versão que se consulte), lhe terá dito algo nas linhas do "senão puderes fazer mais nada da vida, tens sempre a representação" — depois de vir da Coreia e de se instalar em Los Angeles iria ter vários alunos famosos como Michael Landon (da série "Uma Casa na Pradaria" que passou na RTP1) ou Priscilla Presley (a mulher de Elvis e a mãe da filha do cantor, Lisa Marie).

Ora, dali ao Coliseu de Roma em tronco nu foi um saltinho. E deve agradecer não só a McQueen, mas a outro camarada não menos conhecido: Bruce Lee.

1972, o ano do "Deixei-o ganhar"

Não foi bem a primeira vez que pisou um set de um filme, mas foi a sua estreia na ribalta. Ah, e não começou como herói. Antes pelo contrário. Norris foi o antagonista de uma luta épica de mais de dez minutos no Coliseu de Roma, em "A Fúria do Dragão" (1972) a fita protagonizada, escrita e realizada por Bruce Lee. O embate entre ambos ainda hoje figura em qualquer top de cenas de luta que se preze. Agora, a questão que se coloca é: como é que chegamos aqui?

Pegando nas palavras do próprio Chuck, Lee convenceu-o dizendo de que haveria uma cena "de que todos vão lembrar". É seguro dizer que, passados quase 50 anos, tinha razão. Se a conversa envolveu o puxão de peitaça pulada — na luta houve —, não se sabe.

"Será como dois gladiadores em tempos antigos", disse Lee a Norris.

Até aqui tudo bem. Mas o Ranger do Texas tinha uma questão pertinente a fazer: quem é que ganha? O resto, segundo o site oficial, prossegue o seguinte trajeto:

— Sou eu. Eu sou a estrela do filme, disse Lee.

— Ah, estou a ver. Queres vencer o atual campeão mundial de Karaté?, respondeu Norris.

— Claro que não. Eu quero matar o atual campeão mundial, rematou Bruce.

É a tal coisa. Foi a primeira e última vez que Chuck não enfiou paulada da séria nos maus. Mas talvez tal tenha acontecido porque, lá está, não era ele o protagonista e não era o bom da fita. Lee tinha rodado dois filmes em Hong Kong, mas queria mudar de ares e fazer algo majestoso e que ficasse na memória. Só que precisava de um parceiro para a dança capaz de dar os passos certos com ele — o telefone não tinha tocado por acaso. 

Lee conheceu Norris quando este se sagrou campeão mundial de karaté, na categoria de pesos-médios, pela primeira vez, , em Nova Iorque, no 1968. (Iria sê-lo mais cinco vezes.) Na altura, Bruce Lee estava a rodar a série "Green Hornet", onde dava vida a Kato. A amizade começou numa caminhada num hotel na Big Apple nesse ano e viajou com ambos até à outra ponta dos Estados Unidos, em Los Angeles, onde ambos viviam — e treinavam em conjunto. Daí que Chuck Norris tenha, poucos meses depois, juntamente com Steve McQueen (mais os também atores James Coburn e George Lazenby) carregado o caixão de Bruce Lee, no seu funeral, em 1973.

O patriota

Norris é todo ele uma essência patriota. Logo, não se pode dizer que a fama não tenha crescido um pouco à boleia das políticas e visão de Ronald Reagan nos anos 80, altura de alguns dos seus papéis mais icónicos. Recorde-se que estamos a falar dum homem que varre um exército comunista inteiro sem receio. No entanto, a fama não pode vir só com coragem — especialmente se enfrentarmos o inimigo de peito cheio protegido com couro cabeludo do mais alto gabarito. E é aqui que entra a Cannon Group. 

Este nome é relevante nesta história porque esta produtora, fundada por dois primos israelitas (Menahen Golan e Yoram Globus), foi responsável por produzir algumas pérolas que invadiram os agora extintos videoclubes, como títulos como "Desaparecido em Combate" (1984), "Código de Silêncio" (1985) ou "Força Delta" (1986). A coisa engraçada é que, segundo o El País, Chuck Norris era uma estrela desprezada. Porque "Desaparecido em Combate" era na verdade o segundo filme de uma trilogia, mas como se rodaram os dois primeiros filmes ao mesmo tempo para reduzir custos, a dupla acabou por gostar mais do segundo — acabando por ser este o primeiro na ordem de saída. 

Depois aconteceu um fenómeno que se mantém até os dias de hoje nesta coisa dos filmes: a crítica arrasou a longa (há quem diga que era uma cópia barata de "Rambo", de 1982), mas esta fez bastante sucesso onde realmente importa: na bilheteira.

Dizer que há um guião pensado ou escrito em "Desaparecido em Combate" é um eufemismo. Aquilo que se vê é um Norris a varrer tudo o que lhe aparece à frente. Numa eficiência só ao alcance de alguém que vira mito. O próprio no seu site oficial relata que irritado, ao saber que o rato a fingir não estava disponível para se dar início às filmagens, "dada à importância daquela cena", deu ordem para que um rato (verdadeiro) do set fosse morto para que a coisa andasse. "Felizmente, não apanhei nenhuma doença!", revela no site oficial. Àmen.

O Rotten Tomatoes bem que pode eleger Norris como um dos piores atores dos últimos 25 anos — juntamente com Jennifer Love Hewitt —, mas a realidade é que o homem que faz hoje 80 anos tem um documentário com o seu nome. O El País lança a questão: será que há muitos atores que tenham combatido o comunismo dentro e fora da tela? Pois é. Em Chuck Norris vs. Communism (2015), da romena Ilinca Calugareanu, ficámos a descobrir que a censura do governo serviu apenas para que na candonga as VHS piratas perpetuassem as estrelas de ação; não só de Norris, mas também de Stallone ou Van Damme. No entanto, para o nome, daquelas estrelas todas, só foi um. A sua imagem vendia. Fosse na luta contra o comunismo fosse um par de calças de ganga. Especial, claro.

Action Karate Jeans e Ranger do texas

Hoje já só os fãs mais acérrimos do norte-americano é que se vão lembrar, mas o ator já teve um negócio de calças. O próprio sentiu que havia uma lacuna no mercado a necessitar de ser explorado. Já se viu um mundo em que calças de ganga não permitiam ter a flexibilidade suficiente para aplicar um rotativo (round-kick) e toda uma panóplia de moves das várias artes marciais que aprendeu? 

Se calhar fazia sentido pensar em várias frentes de negócio já que no final dos anos 80 houve decréscimo de interesse nos filmes de ação e a procura por estes papéis reduziu. Nada que incomodasse muito o ex-campeão mundial de karaté, na verdade, pois nos anos 90 iria saltar do grande para o pequeno ecrã e, durante 9 temporadas (o que quer dizer 196 episódios), dar vida a Cordell Walker. E, sim. A série ganhou vida porque "McQuade, o Lobo Solitário" (1983) existiu — aquele filme com o Bill (de "Kill Bill"), David Carradine. 

Em "Walker, o Ranger do Texas" (esteve no ar de 1993 a 2001), Norris é um ex-veterano da guerra do Vietname que virou Ranger e cujo propósito é regressar ao Texas para meter ordem na casa. Ou seja, Walker é um (super) agente da autoridade especial munido de um chapéu de cowboy que, apesar de ser uma figura da autoridade com uma arma, aplica a ordem através do pontapé e punho.

A série alcançou audiências sólidas ao longo de sua carreira e, muitas vezes, de acordo com o DailyDot, ficou entre os 30 melhores programas de 1995 a 1999 nos Estados Unidos — acabando por ser transmitido em mais de 100 países. A fórmula (premissa, vá) era aquela clássica dos filmes de Norris: contra todas as probabilidades, por muito que as situações fossem absurdas, Walker saía sempre por cima. Sim, nem que fosse lutar contra um urso. Ou seja, basicamente, os maus e bandidos iam para a cadeia ao pontapé — literalmente.

De resto, nesta série, Norris assume o papel de estrela principal e de produtor executivo. O que é a mesma coisa que dizer que ele é a série. Por isso, há alguns mandamentos da filosofia chuckriana: artes marciais em prol do outro, vida saudável sempre e guerra aberta às drogas. E muito conservadorismo também.

Isto, aliás, é algo que já se sabe: Norris é um conservador convicto e tem apoiado vários candidatos presidenciais do Partido Republicano ao longo dos anos. Não se diz todos porque não apoiou McCain, em 2008, por alegadamente não acreditar que fosse capaz de governar durante 8 anos. "Era demasiado velho" para concorrer à Casa Branca, então com 72 — ainda que fosse apenas 4 anos mais velho do que ele próprio. Em 2016, também apoiou Trump. E, em 2018, esteve na Hungria a passear com direito a uma visita guiada especial: ou guia não tivesse sido o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán — que partilhou a jornada na sua conta de Facebook e tudo. 

Factos Norris — a verdade factual da Internet 

Pouco importa que Chuck Norris tenha feito pouco ou nada de interesse após a série. Porque alguém que é convidado para a sequela de "Mercenários", de Sylvester Stallone, e o seguinte acontece: 

— Foste responsável por isto tudo?, pergunta Stallone. 

— Eu trabalho sozinho. Pensava que sabias disso, retorquiu Chuck.

Ou:

— Ouvi dizer que foste mordido por uma cobra verdadeira, disse Sly.

— É verdade, mas depois de cinco dias de uma dor agonizante, a cobra morreu, respondeu Norris. 

O que acabou de acontecer? Piadas (Factos) da Internet acabaram no guião daquele que foi último filme exibido numa tela grande duma sala escura com Chuck Norris, o filme "Os Mercenários 2" (2012). Não sabe quais são? Parece um pouco impossível, mas expliquemos então. 

Sylvester Stallone é uma estrela de ação que nunca realmente parou, Arnold é um hércules que acabou Senador da Califórnia, mas Chuck Norris tem uma confiança — e um tom de voz calmo — que acatou uma grande legião de fãs durante imenso tempo. Mais, tem um cinturão negro da Internet: isto, porque ele é imortal e um ser divino. Noutra altura da história seria difícil, mas na Era dos Memes uma série com as cenas de pancadaria exageradas como aquelas que acontecem em "Walker, o Ranger do Texas", com todos os ingredientes todos para agradar aos millennials, o sucesso não acontece com grande surpresa.

Ora, tal como a maioria dos memes, os "Chuck Norris Facts" foram um mero acidente feliz. Porque até nem foi com Norris que a coisa começou, foi com outro indivíduo, ou ator. A história foi contada pelo criador do programa que criava os memes destes factos, Ian Spector, ao Daily Dot.

Spector, naquela época, era apenas um caloiro da faculdade que decidiu criou um site que gerava citações aleatórias (com factos) sobre Vin Diesel. Depois, colocou o link nos fóruns e, 24 horas depois, segundo o primeiro livro de Spector, recebeu mais de 20.000 acessos. "Acreditem ou não, o site começou em 2005 com Vin Diesel Facts", revelou. 

Naquele ano estreou "Pacifier" (por cá rebatizado como "O Chupeta"), em que Diesel interpretou um Navy SEAL que ficou encarregue de cuidar de crianças — uma espécie de Super Nanny, mas com experiência militar. Todavia, independentemente das críticas ou da opinião dos especialistas, o filme tornou-se um sucesso de bilheteria, arrecadando mais de 200 milhões de dólares nas salas de cinema de todo o mundo, segundo o Box Office Mojo. 

Spector, o padrinho dos "Chuck Norris Facts", andou pelos fóruns do SomethingAwful.com e ficou interessado em saber mais sobre a relação de amor / ódio do país para com o matulão careca — e estrela da saga "Velocidade Furiosa". E daí começou a criar factos meio impossíveis e a piada em torno desses memes começou a crescer. Porém, com o passar do tempo, o interesse começou a desvanecer. E Spector foi obrigado a colocar a questão em cima da mesa: se Vin Diesel não, então quem?

Pois é: Chuck Norris foi o nome mais votado e popular. Spector acatou a decisão dos internautas e lançou um site que gerava vários factos sobre o mito no verão de 2005 — de quem pouco ou nada sabia. No início de 2006, o site contava com números absurdos para a realidade de então (as redes sociais naquela altura não são o que hoje): perto de 20 milhões de visualizações de página por mês. Isto é, o "Chuck Norris Facts" transformou uma ex-estrela da ribalta caída no esquecimento num fenómeno global.

Quer brincar um pouco? Não tem muito que enganar: Chuck Norris é uma figura celestial que anda entre comuns mortais. Não, não é Deus — a ser alguma coisa, é a entidade que criou o Big Bang. Chuck Norris é anterior ao próprio início das coisas. Alguns exemplos mais populares da Internet: "Quando Chuck Norris entra na agua, não fica molhado. A água é que fica Chuck Norris", "O teclado do computador de Chuck Norris não tem a tecla Ctrl, porque Chuck Norris está sempre no controlo", "Chuck Norris consegue falar braille", "Chuck Norris consegue apanhar laranjas de uma macieira e fazer a melhor limonada que jamais provaste", ou "Chuck Norris contou até à eternidade. Duas vezes". Estes são só alguns, mas há milhares.

Spector iria encontrar-se cara-a-cara com a estrela, em 2006. Foi uma reunião cordial, segundo o próprio. Falaram sobre o site, haviam um advogado presente, mas saíram da sala em modo amigável. No entanto, em 2007, iria lançar ao público o livro A Verdade sobre Chuck Norris: 400 Factos do Melhor Humano do Mundo. E, tal como um pontapé rotativo de Walker que encontrava o corpo de um mauzão, o livro acertou em cheio no coração dos fãs e vendeu bastante. Este sucesso levou a que Norris processasse a editora, mas apenas para um ano mais tarde deixá-lo cair e lançar o seu livro de factos, o The Official Chuck Norris Fact Book: 101 of Chuck’s Favorite Facts and Stories — uma versão mais familiar e em prol de uma rated G – General Audiences. Spector viria a lançar mais títulos sobre o aniversariante de hoje como é exemplo o livro Chuck Norris Vs Mr. T (2008) e Chuck Norris Longer & Harder (2012).

Em 2018, longe dos holofotes de outros tempos, Norris anunciou em entrevista à Good Health, que iria abandonar a carreira no cinema para cuidar de Gina, a mulher com quem se casou há mais de vinte anos. O ator acredita que foi "envenenada" devido a uma injeção que levou antes de ser submetida a uma ressonância magnética, em 2012.

(Artigo atualizado às 15:51)

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