A Galeria Lehmann + Silva é um novo espaço cultural e artístico na cidade do Porto.

Localizada perto das Belas Artes, no Bonfim, na rua Duque Terceira, está fora do circuito habitual da Avenida Miguel Bombarda, uma das artérias de referência da Invicta no que toca a espaços culturais, de arte e inovação.

Fundada por Frederick Lehmann, colecionador colombiano, empresário e professor universitário, e Mário Ferreira da Silva, art advisor, apresenta-se como uma “galeria focada na arte contemporânea”, anuncia.

créditos: ANDRÉ CEPEDA

A Lehmann + Silva tem previsto um “investimento direto de 250 mil euros nos próximos três anos”. Com o foco em “artistas nacionais e estrangeiros sempre com curadorias”, a expectativa, até ao final do ano, é ter “12 artistas representados”, apostando na promoção das suas obras em “feiras nacionais e internacionais”.

“How To Do Things” é a exposição inaugural ,que reúne trabalhos de Fermín Jimenez Landa, Josep Maynou, Joana da Conceição, Diana Carvalho e Ramiro Guerreiro. Dois artistas espanhóis e três portugueses, agrupados pela primeira vez com curadoria de Juan Luis Toboso, curador em residência do Centre de Cultura Contemporanea-Centre del Carmen em Valencia e Professor da Escola Superior Artística do Porto.

créditos: ANDRÉ CEPEDA

Disposta em 240 m2 a arte fala-se em múltiplas formas englobando pintura, cultura, fotografia, instalação e vídeo. Com “How to Do Things”, do lado espanhol, Josep Maynou, apresenta dois tapetes marroquinos (“Leisure”) e Fermín Jimenez Landa mostra fotografia e vídeo de “The Muotathal prophet”. Dos artistas portugueses, Ramiro Guerreiro surge com o trabalho fotográfico e prova de contacto, “Entalados”, Diana Carvalho, mostra fotografia com "Flor de Sal" e Joana da Conceição traz a pintura “Soulhouse” à Invicta.

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