“Queremos que seja uma edição competente, que reflita todo o trabalho até agora, não só no recinto como em termos de programação. Queremos continuar a arriscar”, explicou Barreiro, no último de três dias da oitava edição, no Parque da Cidade.

Para o próximo ano está já confirmada a presença dos norte-americanos Pavement, um “exclusivo mundial” do NOS Primavera Sound e do mesmo festival em Barcelona, que comemora a 20.ª edição.

Essa data será assinalada em 2020 com uma extensão em Los Angeles, com Barreiro a admitir, dias antes do evento, que este possa ter um efeito positivo “direta e indiretamente” no Porto.

Por outro lado, o objetivo é “voltar mais forte”, depois da “edição mais difícil de sempre”, por causa dos cancelamentos de Ama Lou, Mura Masa, Kali Uchis e Peggy Gou.

Os motivos, que vão de problemas de saúde ao mau tempo que cancelou voos, além da avaria no radar do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, levaram a que esta edição pudesse “ser melhor”, apesar de a organização “não poder fazer mais”.

O balanço, ainda assim, é “positivo”, com concertos “muito bons” e um recinto que “nunca esteve tão bonito”.

O NOS Primavera Sound termina hoje no Porto, com as atuações de Jorge Ben Jor, Rosalía ou Erykah Badu, depois de dois dias que trouxeram a Portugal nomes como J Balvin, Interpol, Courtney Barnett ou Solange.

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