“Há um grupo de oficiais, pelo menos 85, que foram detidos e que não estão na sede principal da DGCIM em Boleíta (no leste de Caracas) e foram detidos pelo facto de expressarem o seu descontentamento e de estarem completamente em desacordo com a atuação da Guarda Nacional Bolivariana (polícia militar) e da Polícia Nacional Bolivariana (reprimindo manifestações)”, disse aos jornalistas.

O também ex-candidato presidencial da oposição frisou ainda que “estes oficiais fizeram-lhe chegar, através de familiares, esta informação, pedindo para que a fizesse pública”.

Segundo Henrique Capriles Radonski, há também soldados que solicitaram a demissão, por não quererem continuam com uma situação conflituosa no país, que atribuem ao ministro de Relações Interiores e Justiça, Néstor Reverol.

“Quero somar a estar denúncia (…) que a responsabilidade é do senhor (Néstor) Reverol, que comanda toda a repressão com um custo humano de 37 venezuelanos que foram assassinados”, disse.

Além disso, apelou aos venezuelanos para continuarem nas ruas, defendendo a Constituição e combatendo “o processo golpista” do Governo do Presidente Nicolás Maduro.

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