"Foi-me feito o convite e decidi aceitar por, acima de tudo, ser um exercício de cidadania. É preciso fazer alguma coisa", afirmou o candidato à agência Lusa.

O cabeça-de-lista defendeu que é necessário "criar alternância política e haver renovação nos cargos" da câmara, onde o PS é poder desde que há democracia.

"Torres Vedras está numa decadência", criticou.

António Fernandes de Oliveira, 57 anos, independente, é diretor-geral numa empresa local de higiene e segurança no trabalho e integrou a lista à câmara do Movimento Independente ‘Torres nas Linhas' em 2013, quando este surgiu.

Há quatro anos, o movimento concorreu à câmara, à assembleia municipal e a duas juntas de freguesia e desta vez pretende concorrer a mais freguesias. Nos vários órgãos autárquicos, espera ganhar "a máxima representatividade possível".

O movimento anunciou também o seu cabeça-de-lista à assembleia municipal, Sérgio Jacinto, advogado e candidato à câmara em 2013.

António Fernandes Oliveira é o quarto cabeça-de-lista à câmara a surgir, depois de Marco Claudino, pelo PSD/CDS-PP, do presidente da câmara no último ano e meio, Carlos Bernardes, pelo PS, e de Sérgio Cipriano, pela CDU.

Nas últimas eleições autárquicas, o PS venceu em Torres Vedras, com maioria absoluta, elegendo seis elementos para o executivo, enquanto o PSD elegeu dois e a CDU um.

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