“Quando propuser uma secretaria-geral adjunta será uma mulher. É a minha firme intenção que seja uma mulher”, afirmou o antigo primeiro-ministro português, nas primeiras declarações à imprensa portuguesa desde que foi eleito para secretário-geral da Organização da Nações Unidas.

Guterres vincou que “é normal em termos de paridade que, se o secretário-geral for um homem, a secretária-geral adjunta seja uma mulher e que se a secretária-geral for uma mulher que o secretário-geral adjunto seja um homem”.

Varios especialistas indicaram que António Guterres deve escolher uma candidata de entre as que participaram na eleição, mas o novo secretário-geral disse que ainda não tem nenhum nome.

“Ainda não estamos nessa fase, isto foi tão rápido que estamos a viver cada momento por si e depois na altura própria terei de fazer as consultas, que são indispensáveis de acordo com as normas, e escolher a pessoa mais indicada”, explicou, acrescentando que a sua ” preocupação é de estabelecer um regime de paridade nas Nações Unidas, com um caminho para isso tão rápido quanto possível, visto que a situação hoje é tão desequilibrada”.

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