Acredito muito no prevenir, em vez de remediar”, afirmou a economista numa audição na comissão parlamentar de Economia, Inovação e Obras Públicas, explicando que a sua experiência no setor financeiro (na banca) mostra que “é muito melhor antecipar os riscos, os comportamentos ilícitos, do que tentar atuar depois”.

Quanto ao mercado dos combustíveis líquidos, numa resposta aos deputados, a presidente indigitada reconheceu que a concorrência “tem aumentado” com a entrada de novos operadores, mas lembrou que há “uma perceção” na sociedade de que o preço sobe muito depressa (acompanhando a subida do preço do petróleo), mas desce muito devagar.

“Teremos de estar atentos”, afirmou Margarida Matos Rosa, insistindo que esta é uma questão com a qual não deixará de “lidar”.

Margarida Matos Rosa foi hoje ouvida pelos deputados no seguimento da sua nomeação pelo Governo, e depois de já ter sido ouvida pela Cresap - Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública, apesar de o relatório que vai ser produzido pelo parlamento não ter caráter vinculativo.

A quarta presidente da AdC, que se segue a Abel Mateus, Manuel Sebastião e António Ferreira Gomes, entra na Autoridade da Concorrência numa altura em que está por decidir o desfecho do processo conhecido como cartel da banca.

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