Numa posição enviada à Lusa, o BE defende que a vacinação dos titulares de cargos políticos deve acontecer de forma a assegurar o “regular funcionamento dos órgãos de soberania, assim como das restantes funções essenciais no combate à pandemia”.

Por isso, argumenta o BE, a vacinação deve “circunscrever-se a quem tem responsabilidade direta na gestão da pandemia”.

Na lista, o partido inclui o Presidente da República, o Presidente da Assembleia da República, o primeiro-ministro e restantes membros do Governo, e os presidentes dos tribunais superiores e do Tribunal Constitucional, mas os critérios de prioridade deverão ser definidos pelas autoridades de saúde e pelos órgãos de soberania.

“Os restantes titulares de cargos públicos devem ser vacinados em função dos critérios demográficos e de saúde que forem estabelecidos para a população”, acrescentam.

Na mesma nota, o BE escreve ainda que não pretende politizar o processo de vacinação e, por isso, acompanhará “qualquer decisão que seja tomada pelas autoridades de saúde”.

Os titulares de órgãos de soberania, deputados, funcionários da Assembleia da República, membros dos órgãos das regiões autónomas da Madeira e dos Açores, assim como presidentes de câmara, enquanto responsáveis da proteção civil, vão começar a ser vacinados na próxima semana.

De acordo com um despacho, emitido na segunda-feira pelo primeiro-ministro e a que o Diário de Notícia teve acesso, também a Provedora da Justiça, os elementos do Conselho de Estado e a magistratura do Ministério Público também vão estar incluídos na vacinação que tem início na primeira semana de fevereiro.

A pandemia da doença provocada pelo SARS-CoV-2 provocou 291 mortes e 10.765 infeções nas últimas 24 horas.

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