Segundo Jérôme Salomon, a França totaliza agora 3.523 mortos de entre os 52.128 casos confirmados de covid-19 e 22.757 pessoas estão internadas, com uma grande percentagem a concentrar-se na região parisiense e na região Grand Est.

O número de pessoas nos serviços de cuidados intensivos continua também a aumentar com 5.565 pacientes nestas condições, 34% dos quais têm menos de 60 anos e 68 doentes têm menos de 30 anos.

Este afluxo aos serviços de cuidados intensivos levou Jérôme Salomon a pedir novamente a médicos e enfermeiros especializados nesta área que se inscrevam nos portais de Internet existentes para reforçar as equipas dos hospitais da região parisiense e do Grand Est, relembrando que o alojamento é oferecido por estas regiões.

Até agora, houve 280 pacientes em estado grave que foram transferidos para outros hospitais em França, mas também para a Alemanha, Luxemburgo e Suíça. Estes pacientes foram transferidos em helicópteros e aviões militares e por comboio de alta velocidade.

Hoje de manhã, o Presidente da República, Emmanuel Macron, visitou a maior fábrica de máscaras em França, na região de Angers, e anunciou que o país vai passar a ser "independente de forma plena" em termos de determinados materiais médicos até ao fim do ano.

Para isto, incluindo a produção de ventiladores para cuidados intensivos, o chefe de Estado indicou que tinha desbloqueado uma verba de 4 mil milhões de euros dedicada a investir em material hospitalar.

Quanto aos testes à pandemia de covid-19 no país, o ministro de Saúde, Olivier Véran, anunciou hoje à tarde na Assembleia Nacional, perante um número reduzido de deputados, que o país já está a fazer mais de 20 mil testes por dia.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 791 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 38 mil.

Dos casos de infeção, pelo menos 163 mil são considerados curados.

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