A organização assegurou que os bancos reabrirão “para as operações de instituições comerciais, educacionais, de saúde e outras e através de caixas automáticas”, dando a entender que continuarão a não servir particulares aos balcões.

Os bancos do Líbano estão fechados desde 17 de setembro, após vários assaltos a dependências bancárias por depositantes, que procuraram, de forma desesperada, recuperar o seu dinheiro bloqueado pelos bancos devido à crise económica, que já provocou a desvalorização da moeda local em 90%.

A decisão de reabrir, embora com limitações “a determinar por cada banco”, de acordo com a declaração da Associação Bancária, foi atribuída pela associação à “necessidade de garantir a continuidade dos serviços aos clientes” e de “assegurar os salários dos setores público e privado”.

Na nota, a associação lamentava “a ausência de proteção adequada por parte do país”.

O primeiro assalto ocorreu em 11 de agosto, quando um homem armado assaltou uma sucursal bancária, onde esteve durante várias horas, até se entregar à polícia, depois de receber 30 mil dólares para pagar o tratamento do seu pai doente.

Quatro dias depois, este depositante foi libertado, sem acusações, depois de o banco ter retirado a queixa.

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