Os manifestantes foram mortos quando a polícia disparou balas reais e granadas de gás lacrimogéneo contra centenas de manifestantes que removeram barreiras de segurança e entraram na Praça Khilani, o palco dos confrontos dos últimos dias.

Com estas duas mortes, o número de manifestantes mortos nas últimas 24 horas aumentou para três.

Os manifestantes apelaram à realização de grandes protestos, após uma pessoa morrer e outras 40 ficarem feridas em novos confrontos durante a noite anterior no centro da capital iraquiana.

Segundo a Amnistia Internacional, as forças de segurança de Bagdad dispararam gás lacrimogéneo diretamente contra a multidão.

No entanto, o ministro da Defesa iraquiano, Najah al-Shammari, disse na quinta-feira que uma investigação confirmou que os cilindros de gás lacrimogéneo responsáveis pelas mortes dos manifestantes não foram comprados pelo Governo.

Mais de 320 pessoas foram mortas e milhares ficaram feridas desde o início dos distúrbios em 01 de outubro, quando dezenas de milhares de manifestantes tomaram as ruas, indignados com o que apelidam de corrupção generalizada, com a falta de oportunidades de emprego e com os serviços básicos pobres, apesar da riqueza em petróleo do país.

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