“Ganhámos!”, reforçou Trump num curto vídeo publicado na sua conta na rede social Twitter. “Os nossos rapazes, as jovens mulheres, os nossos homens, vão todos regressar, e vão todos regressar agora”.

Trump já tinha recorrido antes à sua conta no Twitter para justificar por escrito a decisão de retirar as tropas: “Derrotámos o Estado Islâmico na Síria, a única razão para estar ali durante a Presidência”.

Os Estados Unidos anunciaram na quarta-feira que vão retirar da Síria os dois mil soldados norte-americanos no terreno, “de forma rápida e completa”.

A iniciativa terá partido do próprio Presidente dos EUA, Donald Trump, e produzirá efeitos já em 2019, embora os norte-americanos continuem com tropas no Iraque, com capacidade de desferir ataques na Síria.

As tropas americanas lideram desde 2014 a coligação internacional contra a ameaça terrorista.

Durante a campanha presidencial de 2016, Donald Trump tinha defendido a diminuição da presença militar norte-americana no Médio Oriente.

Contudo, quando tomou posse como Presidente dos EUA, Trump recuou nessa intenção, concordando com assessores militares que o convenceram da necessidade de manter forças na Síria, para acabar com o Estado Islâmico.

No início de dezembro, o Pentágono tinha desmentido qualquer intenção de retirada da Síria.

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