“Ficámos aquém dos objetivos traçados”, afirmou Assunção Cristas, no fim da noite eleitoral dos centristas, na sede nacional do partido, em Lisboa.

"No CDS, mantemos a nossa representação no Parlamento Europeu, quando queríamos eleger o segundo eurodeputado. Ficamos, por isso, aquém dos objetivos traçados", acrescentou.

A presidente dos centristas cumprimentou "todos os candidatos", saudou "os vencedores", sem nunca se referir ao PS, e agradeceu a todos os que "confiaram no CDS".

A líder do CDS-PP afirmou ter compreendido “o sinal” que os eleitores lhe quiseram dar e disse acreditar que o partido está “forte e unido”.

No final de uma noite eleitoral, em que o CDS-PP elegeu um deputado, Nuno Melo, a presidente centrista, Assunção Cristas, admitiu ainda que se confirmou que a abstenção, em redor dos 70%, foi “o maior obstáculo” do partido.

“Compreendemos bem o sinal que os eleitores nos quiseram dar”, afirmou, sem explicar melhor.

Outros fatores que, segundo Assunção Cristas, contribuíram para o resultado do CDS-PP, em torno dos 6%, foi a “polarização dos votos à direita”.

Imediatamente antes, falou para o interior do partido, que dentro de quatro meses disputa novas eleições, legislativas, em 06 de outubro, afirmando: “Temos um partido forte, unido, dinâmico, entusiasmado.”

Ao lado do cabeça de lista, Nuno Melo, e de grande parte da comissão diretiva e de membros da lista ao Parlamento Europeu, Assunção Cristas prometeu que o eurodeputado continuará a ter uma "voz firme" na "defesa ativa dos interesses de Portugal e de todos os portugueses na Europa".

O CDS-PP elegeu um eurodeputado, Nuno Melo, e obteve, quando estão apuradas 94% das freguesias, às 23:51, 6,1% dos votos.

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