A dirigente sindical falava aos jornalistas à saída de uma reunião no Ministério das Finanças, em Lisboa, com a secretária de Estado do Emprego Público, Fátima Fonseca, sobre a política de admissões no Estado.

Ana Avoila disse que “nada de concreto” foi apresentado durante o encontro com a governante, apenas “intenções”.

“Fomos chamados no âmbito de um calendário negocial já aprovado para discutir a matéria de admissões, que já estava discutida há muito e cujas consequências da falta de pessoal estão a ser nefastas, nomeadamente na educação e na saúde”, afirmou a sindicalista.

“O que nos informaram é que vão abrir concursos na área da educação e na saúde. Na educação estão previstas 1.200 admissões”, acrescentou Ana Avoila, que disse não ter números para a Saúde.

Em relação a contratações em outros setores da administração pública, “não há mais nada”, afirmou a dirigente da Frente Comum, referindo que na Segurança Social, na Cultura ou na Administração Interna “há muita falta de pessoal”.

Sobre as outras matérias, como o descongelamento de carreiras faseado ou aumentos salariais, “não há nada de novo, nem boas notícias para os trabalhadores”, que “vão passar o Natal com o que foi aprovado no Orçamento do Estado”.

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