Segundo uma nota hoje publicada na página da Procuradoria-Geral Distrital do Porto, a arguida, além de três crimes de peculato, vai ainda responder por um crime de falsificação de documentos e um crime de falsidade informática.

O MP considerou indiciado que a arguida, entre 2014 e 2016, se apropriou “por várias vezes” de diversas quantias respeitantes ao giro daquele posto de Correios, no montante global de 1.717,47 euros.

As quantias eram relativas, nomeadamente, a pagamentos vários devidos a entidades públicas e privadas.

A arguida certificaria os pagamentos com vinhetas que não lhes correspondiam e eliminaria do sistema informático os registos dos pagamentos efetuados.

Em 2012, a Junta de Freguesia de Nine, concelho de Vila Nova de Famalicão, celebrou um contrato com os CTT pelo qual o posto local dos Correios passaria a funcionar na sede daquela autarquia, com funcionários da mesma.

O objetivo foi garantir que a população pudesse continuar a usufruir do serviço, depois de os CTT terem anunciado o fecho do posto da freguesia.

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