“O Governo Português expressa a sua solidariedade para com o Governo, a Polícia Nacional da Colômbia e todo o povo colombiano pelo ataque terrorista na Escola de Polícia General Santander, em Bogotá, enviando as suas condolências às famílias das vítimas mortais e desejando a rápida recuperação dos feridos”, refere um comunicado do gabinete do ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva.

O Governo salienta que Portugal “acompanhou e contribuiu empenhadamente” para o processo de paz na Colômbia e mantém-se firme no seu apoio ao país nesta fase de transição.

“Neste contexto, Portugal condena de forma veemente esta tentativa de destabilização dos esforços de reconciliação nacional que visou uma instituição central no combate ao terrorismo e à criminalidade”, acrescenta o documento.

O ataque ocorreu na escola de cadetes da polícia general Francisco de Paula Santander, na capital da Colômbia, causando pelo menos dez mortos e 65 feridos, com o Presidente da Colômbia, Iván Duque, a afirmar que está “plenamente identificado” o autor material do atentado.

“A investigação está a avançar e já foi identificado o autor material. Vamos atuar com toda a firmeza”, disse Iván Duque, que se deslocou para o local do ataque.

Já o procurador-geral, Néstor Humberto Martinez, declarou que se trata de um homem chamado José Aldemar Rodríguez, que terá morrido ao fazer rebentar cerca de 80 quilogramas de explosivos que levava numa carrinha.

O ataque ainda não foi reivindicado, mas rebeldes do Exército de Libertação Nacional têm aumentado os ataques contra alvos policiais na Colômbia, nos últimos meses, no meio de um impasse político que os opõe ao Presidente conservador, Iván Duque.

Testemunhas dizem que ouviram uma forte explosão que destruiu janelas em prédios junto à academia de polícia.

Ainda não está explicado como o veículo-bomba conseguiu entrar na academia de polícia, no sul de Bogotá.

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