O acordo terá sido conseguido com a mediação do Egito, afirmou um porta-voz do movimento palestiniano que controla a Faixa de Gaza, Fawzi Barhum, em comunicado, embora Israel ainda não tenha feito nenhum comentário.

Israel admitiu hoje que fez os maiores ataques aéreos em Gaza desde a campanha de 2014 contra o Hamas.

O primeiro-ministro israelita ameaçou "aumentar, se necessário, a intensidade dos ataques", que chamou "uma ação contundente contra o terrorismo do Hamas".

Dois jovens de 15 e 16 anos atingidos por estilhaços dos bombardeamentos e 25 pessoas ficaram feridas, segundo o Ministério da Saúde palestiniano.

Netanyahu garantiu que os ataques continuarão até que o movimento palestiniano "entenda a mensagem", com bombardeamentos sobre dezenas de objetivos, incluindo dois túneis, armazéns e fábricas de armas, centros de treino e outros.

Segundo indicaram responsáveis militares israelitas, trata-se de uma "operação em massa que está a acontecer em Gaza" e é uma represália por ataques contra Israel, nomeadamente "a grande quantidade de explosivos e projéteis incendiários e os 'rockets'" disparados para Israel.

Três civis israelitas ficaram hoje feridos quando um 'rocket' atingiu a sua casa, no sul. Segundo o exército israelita, cerca de uma centena daqueles projéteis e granadas de morteiro caíram hoje sobre Israel vindas da Faixa de Gaza.

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