O ministro dos Negócios Estrangeiros afirmou-se, em comunicado, “desolado com a decisão da diplomacia norte-americana de retirar os funcionários do consulado de Bassorá e com o aviso aos viajantes [norte-americanos] para o Iraque”.

Evocando “ameaças cada vez maiores e específicas e incitações a atacar” os interesses norte-americanos no Iraque, o secretário de Estado, Mike Pompeo, ordenou na sexta-feira “uma retirada temporária do pessoal diplomático” em Bassorá.

O Departamento de Estado publicou ainda um novo aviso aos cidadãos norte-americanos, prevenindo-os de que a capacidade das autoridades norte-americanas para os socorrer no Iraque em caso de emergência era “extremamente limitada”.

Os Estados Unidos, que lideraram em 2003 a invasão que depôs o ditador Sadam Hussein, são um aliado importante do Iraque, para onde destacaram centenas de soldados e conselheiros militares, no quadro de uma coligação internacional que dirigiram.

Foi graças à ajuda militar, principalmente aérea, que as forças iraquianas conseguiram derrotar o grupo jihadista Estado Islâmico (EI) em dezembro de 2017 em todos os centros urbanos do Iraque.

Os Estados Unidos são, juntamente com o Irão, as duas principais potências a operar no Iraque, delapidado por uma crise política e económica, a par da insegurança dos últimos anos.

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