"Estamos preocupados com uma possível escalada de tensões", afirmou Geng Shuang, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês.

"Todas as partes envolvidas devem ter em mente a paz e estabilidade regionais, ter cautela nas ações e declarações, evitar minar a base para uma resolução da questão palestiniana e abster-se de gerar um novo confronto na região", afirmou Geng, em conferência de imprensa.

Trump deverá hoje reconhecer Jerusalém como a capital de Israel, anunciou um funcionário da administração dos EUA sob condição de anonimato, destacando o "reconhecimento de uma realidade" histórica e atual.

A mudança na política externa norte-americana foi uma promessa de campanha de Trump e contraria uma década de cautela de Washington nesta questão.

Esta decisão já mereceu uma série de críticas internacionais e vários países, como França, Reino Unido, China ou Portugal, manifestaram receios pelas consequências, nomeadamente uma escalada da violência.

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