“Ele [Paul Ryan] afirmou que não irá defender Trump ou fazer campanha com ele nos próximos 30 dias”, avançou uma fonte do Partido Republicano, citada pela agência noticiosa francesa AFP.

Apesar destas declarações, durante uma teleconferência com legisladores americanos, Paul Ryan – que já condenou os recentes comentários sexistas de Trump - esclareceu que, todavia, não retira o seu apoio ao candidato presidencial.

De acordo com a mesma fonte, o líder da Câmara dos Representantes (câmara baixa do Congresso norte-americano, de maioria republicana) disse que irá usar toda a sua energia para garantir que a candidata presidencial democrata Hillary Clinton “não consegue um cheque em branco com um Congresso controlado por democratas".

No mesmo dia das eleições presidenciais americanas, a 8 de novembro, estão também agendadas eleições para cargos no Congresso norte-americano.

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