Segundo o mesmo responsável, trata-se do único Presídio Militar existente no país.

Os detidos aguardam primeiro interrogatório judicial no decurso do inquérito dirigido pelo Departamento de Investigação e Ação penal (DIAP) de Lisboa.

Segundo a PGR, os militares hoje detidos são suspeitos da prática de crimes de abuso de autoridade por ofensa à integridade física (art.º 93.º do Código de Justiça Militar), devendo serem apresentados ao juiz de Instrução Criminal para aplicação de medidas de coação.

A PGR indicou que, além dos sete detidos, o processo tem mais dois outros arguidos, também estes militares.

“As investigações prosseguem, estando causa os factos suscetíveis de integrarem os já referidos crimes de abuso de autoridade por ofensa à integridade física (art.º 93.º do Código de Justiça de Militar) bem como de crimes de omissão de auxílio (art.º 200.º do Código Penal)”, é referido.

Na investigação, que corre no DIAP de Lisboa, o Ministério Público é coadjuvado pela Polícia Judiciária Militar.

Dois militares morreram na sequência do treino do 127.º Curso de Comandos na região de Alcochete, no distrito de Setúbal, que decorreu no dia 04 de setembro, e vários outros receberam assistência hospitalar.

Entretanto, o ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes, manifestou hoje o empenho político em que a investigação criminal à morte de dois instruendos do 127.º curso de Comandos "aclare os factos", afirmando-se convicto de que "será exemplar".

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