Em declarações aos jornalistas, antes do concerto de abertura oficial do Ano Britânico na Casa da Música, no Porto, a ministra britânica da Cultura, Media e Desporto, Karen Bradley, afirmou que “a relação cultural entre o Reino Unido e Portugal é tão antiga que os eventos de hoje não afetam algo que remonta há centenas e centenas de anos”.

“Estou certa de que a música, que sempre foi uma indústria global, continuará a ser global e aquilo em que o Governo britânico está determinado é em que consigamos o melhor acordo para o Reino Unido, mas vamos assegurar que o Reino Unido está aberto, de frente para o mundo, uma nação global”, disse Karen Bradley, antes de uma reunião com o ministro português da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes.

De acordo com a ministra britânica, “as artes e a cultura são formas extraordinárias de demonstrar a natureza aberta do Reino Unido e da forma como [trabalha] com o resto do mundo, em particular com amigos como Portugal”.

“Estou certa de que este ano de música e todos os outros eventos vão continuar a cimentar essa relação”, declarou Karen Bradley.

Os dois ministros da Cultura vão assistir à atuação da Orquestra Sinfónica do Porto, dirigida por Baldur Brönnimann, e do Coro Casa da Música, dirigido por Paul Hillier, a interpretarem um programa com obras de John Dowland, Harrison Birtwistle, Gustav Holst e Thomas Arne.

A instituição do Porto vai também acolher, no sábado, uma conferência sob o título “O impacto do Brexit na vida musical britânica”, com a participação do diretor do Barbican Centre, Nicholas Kenyon, da diretora de música do British Council, Cathy Graham, da responsável pela organização Sound and Music, Susanna Eastburn, e do diretor de concertos da Philharmonie de Paris, Emmanuel Hondré.

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