O Ministério Público de Paris explicou que a suspeita, que está sob custódia em instalações psiquiátricas da polícia, foi acusada de incêndio "resultante em morte".

O incêndio de terça-feira num edifício do 16.º distrito, uma área nobre da capital francesa, foi o mais mortal em Paris em quase 14 anos.

A suspeita, de cerca de 40 anos morava no edifício e tinha sido tratada uma dúzia de vezes em hospitais psiquiátricos na última década.

Seis dias antes do incêndio, um médico declarou a mulher apta, após 12 dias de internamento, tendo recebeu permissão para sair da clínica, explicou o procurador Remy Heitz numa conferência de imprensa esta semana.

A suspeita tinha tido várias discussões com um vizinho, bombeiro, a última pouco antes do incêndio.

Estava "embriagada quando foi detida e estava a tentar incendiar um carro", disse a polícia.

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