“Há medidas nessas áreas que estão a ser debatidas, mas o Orçamento é um todo, não é uma soma de propostas ou reivindicações”, afirmou Mário Centeno aos jornalistas à saída de uma reunião da Concertação Social sobre as políticas orçamentais.

“Temos de olhar para ele como um documento equilibrado”, reforçou o ministro, lembrando medidas já tomadas e que terão impacto na despesa como o descongelamento das carreiras.

Segundo sublinhou Centeno, a despesa com pessoal “vai crescer 3,5%” em 2019 com as medidas já adotadas.

Por sua vez, o secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, declarou à saída da reunião que “este é o tempo de responder à atualização salarial de todos os trabalhadores”, considerando que há condições para o Governo ir mais longe.

Também a secretária-geral adjunta da UGT, Paula Bernardo, disse que “não houve qualquer indicação” do ministro durante o encontro de que haverá ou não atualização salarial na função pública em 2019.

“Não houve qualquer compromisso”, declarou Paula Bernardo, acrescentando que “não houve uma porta aberta nem fechada” por parte do Governo sobre o tema.

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