“No total, 1,1 toneladas de arroz foram distribuídas no mês de maio a 364 crianças de três escolas de ensino especial do país, com o objetivo de assegurar tanto a sua alimentação, como uma maior participação e retenção escolar”, refere, em comunicado, o PAM.

O lançamento oficial do projeto-piloto foi feito hoje em Bissau na Escola Bengala Branca, onde foi distribuído arroz comprado localmente, financiado pela embaixada da China.

“Pela primeira vez no país, crianças com deficiência, que frequentam escolas de ensino especial, vão beneficiar de assistência alimentar para consumo junto das suas famílias”, salienta o programa das Nações Unidas.

No comunicado, a agência da ONU sublinha que tem vindo a construir uma “parceria cada vez mais forte” com a China em “torno da alimentação escolar”.

O PAM, através da organização não-governamental Humanité&Inclusion, apoia desde 2020 o projeto “Educação sem Barreiras”, que tem como objetivo melhorar o acesso à educação e nutrição de 138 crianças com necessidades especiais em 23 escolas das regiões de Oio e Cacheu.

Na Guiné-Bissau, o PAM dá apoio nutricional a 96.000 mulheres grávidas e lactantes e crianças menores de 5 anos, bem como a 6.500 pessoas que estão a receber tratamento para o vírus da sida e tuberculose.

O PAM desenvolve também um programa que fornece refeições quentes a 173.000 crianças em idade escolar e distribui às meninas porções de comida para levarem para levar para casa, incentivando a sua permanência na escola.

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