O Comandante Operacional da Divisão Criminal de Lisboa, Nuno Pereira, explicou à agência Lusa que esta detenção e constituição de arguidos resultou de mais de um ano de investigação sobre esta atividade delituosa.

Segundo explicou Nuno Pereira, estes detidos e a restante rede “facilitavam a entrega e chegada de objetos”, que eram retidos e dados como perdidos e não era reclamados. Os objetos eram posteriormente revendidos ou usados em benefício próprio.

Na operação foram realizadas 30 buscas domiciliárias que levaram à descoberta de “centenas de objetos” (como computadores, telemóveis, relógios e outros objetos pessoais) desviados por via do esquema ilícito, mas também três armas de fogo e uma de pressão de ar não legalizadas.

Dos 14 detidos, 13 pertenciam à Autoridade Tributária (AT) e um deles foi detido por posse ilegal de arma, sendo que no mesmo esquema acabaram arguidas outras 13 pessoas, que não ficaram detidas.

Nuno Pereira destacou que a AT e os detidos acabaram por não colocar obstáculos à investigação policial e foram colaborantes em "desmascarar o esquema ilegal".

Os detidos serão nas próximas 48 horas presentes a primeiro interrogatório judicial para aplicação de medidas de coação.

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