No documento, a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) classifica a divulgação pública destes resultados como “uma tentativa de credibilização do processo”, a qual contesta.

“Trata-se de métodos que não concedem virtude ao que não a tem: esta não é a forma de avaliar escolas, de traduzir o seu rendimento efetivo, de atestar o modo como preparam os seus alunos para a vida. Os resultados dos exames são apenas um de muitos indicadores que expressam a complexa realidade em que vivem as escolas portuguesas”, defende a federação sindical.

A hierarquização das escolas nestas listagens é, do ponto de vista da Fenprof, “abusiva”.

Os ‘rankings’ das escolas com base nos resultados dos alunos do 12.º ano e do 9.º ano nos exames nacionais são hoje divulgados pela comunicação social, que analisam os dados estatísticos disponibilizados pelo Ministério da Educação.

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