Em comunicado enviado hoje à Lusa, a Universidade do Minho (UMinho) explica que a disfunção ovulatória é "uma das principais causas de infertilidade feminina" e refere precisar de voluntárias para realizar aquele estudo.

O estudo pretende "identificar corretamente a causa e corrigir, de forma dirigida, a disfunção, para que uma mulher consiga engravidar de forma segura e eficaz", acrescenta.

Segundo o texto, os investigadores e médicos da Escola de Medicina da UMinho, ligados também aos hospitais de Braga, Famalicão e Guimarães, procuram mulheres entre os 18 e 38 anos.

"Embora a disfunção ovulatória seja muito frequente, os mecanismos subjacentes às suas principais causas (como o Síndrome do Ovárico Poliquístico) ainda não são completamente compreendidos. A falta de conhecimento sobre estes mecanismos e a forma como interagem tem contribuído para orientações clínicas, muitas vezes, incorretas ou pouco eficazes", explica uma das investigadoras principais do projeto, Vanessa Silva.

O estudo, realizado através de uma avaliação clínica com recurso a ecografia, análises hormonais e questionários de avaliação clínica, procura "compreender o que conduz a ciclos menstruais irregulares ou à ausência de menstruação".

A disfunção ovulatória é causa da infertilidade feminina em 35% dos casos, pelo que, numa segunda fase, as mulheres que estão a tentar engravidar podem continuar a ser monitorizadas e acompanhadas pelo médico, sendo também ajudadas na correção da disfunção.

Todos os exames e acompanhamento realizado com as voluntárias é gratuito, desde as análises clínicas às ecografias e consulta médica.

A UMinho explica ainda que podem ser pedidas mais informações através do correio eletrónico inovulacao@gmail.com.

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