“Eu decidi libertar das suas funções a senhora vice-presidente, María Alejandra Vicuña, para que possa exercer, sem interferência, o seu direito a uma legítima defesa”, disse Lenin Moreno, que explicou que esta decisão não envolve a sua retirada do cargo.

O Presidente acrescentou que, “devido à delicadeza das funções”, decidiu atribuir as funções da vice-presidente ao secretário-geral da presidência, José Augusto Briones.

María Alejandra Vicuña explicou hoje, na rede social Twitter, que tinha pedido ao chefe do executivo a suspensão das suas funções.

“Esta manhã solicitei autorização ao presidente Lenin para exercer o meu legítimo direito de defesa e não afetar a gestão do Governo, em especial as funções a mim confinadas”, referiu María Alejandra Vicuña, que já tinha garantido que não renunciava ao seu cargo.

A vice-presidente do Equador está a ser investigada pela Procuradoria-geral do país devido a informações sobre alegadas cobranças indevidas que terá recebido na sua conta bancária.

Vicuña, que negou qualquer irregularidade, foi nomeada vice-presidente do Equador em outubro de 2017, tendo sido a escolhida para o lugar que era ocupado por Jorge Glas, que foi detido no âmbito de um caso de corrupção que envolve a empresa brasileira Odebercht.

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