“Esta foi a minha última etapa aqui”, atirou o técnico, em conferência de imprensa, na qual fez ainda referência à música ‘My Way’ (À minha maneira”, em tradução livre), de Frank Sinatra, destacando o papel que teve no futebol iraniano ao longo de oito anos.

Segundo Queiroz, o mais importante “é o legado” que deixa. “Muitos jogadores passaram a jogar na Europa, e penso que há um futuro brilhante para o futebol iraniano se continuarem no bom caminho”, destacou.

O técnico luso mencionou ainda as “muitas coisas” que conseguiu para a seleção, como um centro de performance ou um “campo onde treinar”, além de ter ajudado a criar “uma base” e “uma geração de jovens”, que podem manter o nível do futebol alcançado.

Em entrevista à agência noticiosa France Presse, em 18 de janeiro, Queiroz confirmou o convite da Colômbia para orientar a seleção sul-americana, que vai disputar no verão a Copa América, dizendo estar “honrado e orgulhoso” pela possibilidade.

O Japão eliminou o Irão nas ‘meias’ com um ‘bis’ de Yuya Osako, aos 56 e 67 minutos, o último de grande penalidade, e um golo de Genki Haraguchi, aos 90+1.

Carlos Queiroz, à frente do Irão desde 2011, depois de ter passado também pela seleção portuguesa, disputou pela terceira vez a Taça Asiática, competição em que não passou dos quartos de final em 2011 e 2015.

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